Exhibition Peso Morto
from 12nov until 7jan 2017 at Galeria Presença, Porto.



Inês d'Orey presents the exhibition Peso Morto, a result of her investigation about the heritage identity of the contemporary city in transformation, centered specifically on four palaces of the 18th century that are for sale, in the city of Lisbon.
The Pombal palace was the starting point of the series where Inês d'Orey, in a partnership with Presença gallery, took an artistic residency at Carpe Diem Arte & Pesquisa. She then continued her exploration of empty spaces in the palaces of Marquês de Tancos, Machadinho and Marim-Olhão.

The main room of the gallery is occupied by four metal containers, where one can find, buried in wreckage, photographs representing different entrances of light. Inês d'Orey is interested in this relation between the interior and the exterior, in the communication of the relatively inaccessible palaces with the common citizen.

The exhibition presents as well photographs and a video, where one can observe the spaces occupied by inhabitants, thus approaching the different uses and identities of the palaces along the centuries.

The title Peso Morto (dead weight) comes from a reference of the architect Francisco Keil do Amaral in his book Lisbon, City in Transformation (1969) to the residencies of the old aristocracy, which died of social and economic inadequacy, and became a dead weight to the heirs who could no longer support their maintenance.
Peso Morto tries to exist in a space of transition between fact and fiction, through the development of new levels of perception of the inaccessible and invisible universe of the contemporary city in transformation.



Inês d'Orey apresenta a exposição Peso Morto, resultado da sua investigação sobre a identidade patrimonial da cidade contemporânea em transformação, centrando-se especificamente em quatro palácios setecentistas que se encontram à venda na cidade de Lisboa.

Inês d'Orey partiu do Palácio Pombal, onde, em parceria com a galeria Presença, realizou uma residência artística no Carpe Diem Arte & Pesquisa. E continuou a sua exploração nos espaços vazios do Palácio Marquês de Tancos, do Palácio do Machadinho e do Palácio Marim-Olhão.

A sala principal da exposição é ocupada por uma instalação constituída por 4 contentores de ferro, onde se encontram enterradas em entulho fotografias com diferentes representações de entradas de luz. Inês d'Orey interessa-se por esta relação do interior com o exterior, da comunicação dos espaços relativamente inacessíveis dos palácios com o cidadão comum.

A exposição é ainda constituída por fotografias e um vídeo onde se podem observar os espaços ocupados por habitantes, abordando os diferentes usos e identidades dos palácios ao longo dos séculos.

O título Peso Morto parte de uma referência do arquitecto Francisco Keil do Amaral no seu livro Lisboa, Cidade em Transformação (1969) às residências da antiga nobreza, que morreram de desajustamento social e económico, tendo-se constituído um peso morto para os herdeiros que já não conseguiam suportar a sua manutenção.

Peso Morto procura existir num espaço de transição entre facto e ficção, através do desenvolvimento de novos níveis de percepção do universo inacessível e invisível da cidade contemporânea em transformação.



Galeria Presença
Rua Miguel Bombarda, 570
4050-379 Porto
Portugal
www.galeriapresenca.pt


Exhibition Peso Morto
from 12nov until 7jan 2017 at Galeria Presença, Porto.



Inês d'Orey presents the exhibition Peso Morto, a result of her investigation about the heritage identity of the contemporary city in transformation, centered specifically on four palaces of the 18th century that are for sale, in the city of Lisbon.
The Pombal palace was the starting point of the series where Inês d'Orey, in a partnership with Presença gallery, took an artistic residency at Carpe Diem Arte & Pesquisa. She then continued her exploration of empty spaces in the palaces of Marquês de Tancos, Machadinho and Marim-Olhão.

The main room of the gallery is occupied by four metal containers, where one can find, buried in wreckage, photographs representing different entrances of light. Inês d'Orey is interested in this relation between the interior and the exterior, in the communication of the relatively inaccessible palaces with the common citizen.

The exhibition presents as well photographs and a video, where one can observe the spaces occupied by inhabitants, thus approaching the different uses and identities of the palaces along the centuries.

The title Peso Morto (dead weight) comes from a reference of the architect Francisco Keil do Amaral in his book Lisbon, City in Transformation (1969) to the residencies of the old aristocracy, which died of social and economic inadequacy, and became a dead weight to the heirs who could no longer support their maintenance.
Peso Morto tries to exist in a space of transition between fact and fiction, through the development of new levels of perception of the inaccessible and invisible universe of the contemporary city in transformation.



Inês d'Orey apresenta a exposição Peso Morto, resultado da sua investigação sobre a identidade patrimonial da cidade contemporânea em transformação, centrando-se especificamente em quatro palácios setecentistas que se encontram à venda na cidade de Lisboa.

Inês d'Orey partiu do Palácio Pombal, onde, em parceria com a galeria Presença, realizou uma residência artística no Carpe Diem Arte & Pesquisa. E continuou a sua exploração nos espaços vazios do Palácio Marquês de Tancos, do Palácio do Machadinho e do Palácio Marim-Olhão.

A sala principal da exposição é ocupada por uma instalação constituída por 4 contentores de ferro, onde se encontram enterradas em entulho fotografias com diferentes representações de entradas de luz. Inês d'Orey interessa-se por esta relação do interior com o exterior, da comunicação dos espaços relativamente inacessíveis dos palácios com o cidadão comum.

A exposição é ainda constituída por fotografias e um vídeo onde se podem observar os espaços ocupados por habitantes, abordando os diferentes usos e identidades dos palácios ao longo dos séculos.

O título Peso Morto parte de uma referência do arquitecto Francisco Keil do Amaral no seu livro Lisboa, Cidade em Transformação (1969) às residências da antiga nobreza, que morreram de desajustamento social e económico, tendo-se constituído um peso morto para os herdeiros que já não conseguiam suportar a sua manutenção.

Peso Morto procura existir num espaço de transição entre facto e ficção, através do desenvolvimento de novos níveis de percepção do universo inacessível e invisível da cidade contemporânea em transformação.



Galeria Presença
Rua Miguel Bombarda, 570
4050-379 Porto
Portugal
www.galeriapresenca.pt